Parto com ventosa
Neste método, é colocada uma campânula de sucção na cabeça do bebé, e este é puxado para fora durante as contrações. A episiotomia é inevitável, de modo a salvaguardar ferimentos nos canais de nascimento.
A ventosa deixa um ligeiro inchaço na cabeça da criança, mas que desaparece ao fim de pouco dias. Hoje em dia é um método muito pouco utilizado.
Parto prematuro
A maioria das mulheres entra em trabalho de parto entre a 38ª e a 42ª semanas de gestação. Caso o trabalho de parto se inicie antes da 37ª semana, é considerado parto prematuro.
Se lhe acontecer iniciar o trabalho de parto antes do tempo e se não surgirem indícios de poder haver complicações que a ponham em perigo, ou ao seu filho, o médico poderá tentar evitar o parto prematuro.
Para tal o médico irá recomendar-lhe repouso na cama e que lhe seja administrada uma solução intravenosa para inibir as contrações – exige internamento hospitalar.
Caso o parto prematuro não possa ser evitado, o seu bebé será levado para a unidade de prematuros do hospital, onde receberá apoio qualificado por médicos e enfermeiros especializados.

Indução de trabalho de parto
O risco da gravidez que ultrapassa o prazo normal consiste no facto de as funções da placenta regredirem. Deste modo, o fornecimento de oxigénio e nutrientes ao bebé está em perigo.
Caso a sua gravidez se prolongue para além das 42 semanas, a sua evolução será cuidadosamente vigiada. Serão feitos vários exames para determinar se o seu bebé está saudável.
Se for necessário, o parto será induzido ou então o seu bebé será trazido ao mundo através de uma cesariana.